quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Pão & Poesia divulga trabalhos selecionados que irão circular nos pacotes de pães em 2016.

Os presidentes da Fundação Cultural de Blumenau, Sylvio Zimmermann Neto, e do Conselho da Editora Cultura em Movimento, Paulo Roberto Bornhofen, divulgam os trabalhos selecionados no Concurso Pão & Poesia 2016. LER MAIS...

Os escolhidos
A cor eterna – Ricardo Brandes
Acumulador de esperanças - Diobelso Teodoro de Sousa
Involuções - Diobelso Teodoro de Sousa
Corredor de rua – Paulo Roberto Wovst Leite
Pois então - Paulo Roberto Wovst Leite

Ser ausente – Eliane Raquel Gastaldi
Trigais – Sandra C. Girardi de Oliveira
Amor... – Camila Wosniak
Pretérito mais que perfeito – Camila Wosniak

Assessor de Comunicação: Sérgio Antonello
FONTE : www.blumenau.sc.gov.br/secretarias/fundacao-cultural/fcblu/pao-poesia-divulga-trabalhos-selecionados64


 

sábado, 31 de outubro de 2015

Eu quero

Me fica essa sensação,
essa falta de impacto,
desde o cometa Halley
de minha adolescência
a grande abóbora
de hoje.

De brinquedos quebrados,
Paulo Roberto Wovst Leite.

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

IMENSURÁVEL


a eternidade
que monotonia
a eternidade
esse espaço de tempo
a eternidade
esse lugar

fora do alcance
sem te ver
longe dos teus braços
onde existe calendário
relógio
telefone celular

a eternidade
o café sem gosto
a eternidade
o almoço sem graça
a eternidade
pra que jantar

dormir é o tempo
de espera pra acordar
acordar é o tempo
de espera pra dormir
sonhar é o que resta
quando você não está

a eternidade
ensino fundamental
a eternidade
ensino médio
a eternidade
ganha pão

a espera pela postagem
pela marcação
pelo compartilhar
pela curtida
pelo comentário
pela mensagem

sentir a espera
como se fosse
uma eternidade
é angústia
sofreguidão
pura paixão

Movendo a Pedra,
Paulo Roberto Wovst leite.

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Corri escrever um poema


Ainda que não viva em função das horas,
precisava deixar marcada esta data,
não que deseje perpetuar-me,
tão somente o fiz,
como quem desenha um coração no tronco de uma árvore,
antes que findasse as vinte e quatro horas desse dia.

De emoções guardadas,
Paulo Roberto Wovst Leite.

segunda-feira, 17 de agosto de 2015



Tentei escrever algo que em suas linhas possuíssem algum tipo de magia e que ao simples ler, ouvir, ver ou passar os dedos, arrancassem a mais profunda dor, sofrimento, até vírus e bactérias não resistiriam.

Que pretensão a minha, mas oh, como queria.

De emoções guardadas,
Paulo Roberto Wovst Leite

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Na porta da geladeira



Blumenau, 13 de agosto de 2015.

eu quis fazer um poema
saiu assim apressadinho
com essa carinha de bilhete
e o que ficou registrado
pra posteridade
apenas e tão somente
é que
te amo...

de emoções guardadas,
Paulo Roberto Wovst Leite.

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Não boicotar-se,  desejar, realizar-se.


Pecados,
Paulo Roberto Wovst leite

sábado, 8 de agosto de 2015

Cabeça de vento

Não durmo e não acordo,
sonho o tempo todo
e cada flor que vejo no caminho,
quero pegar para você,
vivo de brisa,
de lua,
de sol,
de chuva,
de terra,
suor,
saliva,
beijo na boca.

Movendo a Pedra,
Paulo Roberto Wovst Leite.

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Pelo caminho

João e Maria de mãos dadas
sob o olhar augusto e provincial,
passeiam embriagados de paixão,
por onde a cascatinha serpenteia
histórias, contos e prosas...

Maria e João não se enganam,
tem no toque suave dos dedos
a certeza do sentir,
pois conhecem o cheiro da paixão,
que extrapola a razão.

A atmosfera que os cerca,
confunde os transeuntes que
surgem na contra mão
em busca de explicação,
enquanto eles seguem a caminhar.


De emoções guardadas,
Paulo Roberto Wovst Leite.

sábado, 18 de abril de 2015

O que faço acordado a uma hora dessas?

Sonhando.

Transitivo direto e indireto,
Paulo Roberto Wovst Leite.

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Queixume

Nem sempre o sol brilha e não a sombra que se projete, e não a nada a fazer além de esperar o tempo passar e quem sabe dizer algo na carne, em meio ao turbilhão que é existir como uma tela de Van Gogh.

Pecados,
Paulo Roberto Wovst Leite.

sábado, 7 de março de 2015

ALGO DO MOMENTO

Mulher ouço o som que vem do outro lado do mundo,
no fone de ouvido na estação de ônibus,
no terminal da cidade mágica,
sim eu sei,
deveria saber,
não tenho tolerância a saudade.

Passa e vai,
amanhã começa tudo de novo; mulher.
Tudo bem com você?
Nada a ver com isto, ismo, ou a esmo...
o que passou na tv à minutos atrás,
pouco me importa.

Ser livre não é ter todos os canais a cabo do mundo,
mulher ser ou não ser eis a questão,
o que penso, o que faço
e se tampouco me importa
o que faço,
importa a dor ou o prazer.

Se tiver que permanecer,
esqueci.
Se tiver que esquecer,
nem vivi.
Se tiver que morrer,
bem vivi

Há aqueles que tem prazer com a dor...


TIRANIA DOS SENTIDOS,
PAULO ROBERTO WOVST LEITE.

domingo, 18 de janeiro de 2015

É dor ou intolerância a dor?

Trilha sonora do teu sofrimento
meu sofrimento, seu sofrimento,
sofro contigo.

Te, ti contigo,
se, si consigo,
ai eu.

I am,
Am I
Sim, você!

Pecados,
Paulo roberto Wovst Leite.